sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

Whatsapp libera Comunidades; ferramenta pode criar “super-grupos” com 5 mil pessoas

 A Meta anunciou o recurso Comunidades para os usuários brasileiros do app de mensagens de WhatsApp. A nova ferramenta deve reunir diversos grupos de interesses em comuns e permite a existência de 5 mil pessoas simultâneas em uma comunidade.

O recurso polêmico era para ter sido lançado já em 2022, mas polêmicas envolvendo questões eleitorais (e outros dilemas) atrasaram a implementação das Comunidades em alguns meses.

WhatsApp Comunidades
WhatsApp Comunidades© Fotos: Divulgação/WhatsApp

Cada comunidade pode reunir 50 grupos e deve ser mais uma tentativa do WhatsApp de tentar se aproximar do Telegram, que permite a existência de grupos com milhares de membros, além das chamadas “linhas de transmissão”.

“Os admins das comunidades podem enviar avisos com informações importantes para todos os participantes, enquanto os participantes podem se conectar uns com os outros e encontrar grupos que sejam de seu interesse”, define a empresa através de comunicado.

Vídeo relacionado: WhatsApp trabalha em recurso de texto e lança Comunidades no Brasil (Dailymotion)

A Meta também garante a privacidade das mensagens enviadas pelo recurso. “Suas mensagens e chamadas pessoais feitas nas comunidades são sempre protegidas com a criptografia de ponta a ponta. Ninguém pode ler ou ouvi-las, nem mesmo o WhatsApp”, completa.

Os admins das comunidades podem enviar avisos com informações importantes para todos os participantes, enquanto os participantes podem se conectar uns com os outros e encontrar grupos que sejam de seu interesse.

O recurso está  disponível na mais nova atualização do aplicativo do WhatsApp no Brasil. As Comunidades não foram liberadas em todos os países do mundo.


Fonte: 

Hypeness 


quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

SAÚDE - Pesquisa da FURG aponta para disparidade étnico/racial na mortalidade por Covid-19

 Maiores taxas no Rio Grande do Sul foram entre indígenas e pretos, concluiu estudo

  

Uma pesquisa publicada recentemente por um grupo de pesquisadores do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) da FURG apontou um cenário de disparidade étnico/racial nas mortes por Covid-19 no Brasil.

O estudo, orientado pelo professor Flavio Rodrigues, coletou os dados de mortes por Covid-19 no ano de 2020 do Portal da Transparência do Registro Civil de Óbitos de todos os estados brasileiros e suas respectivas capitais, com o objetivo de calcular as taxas de mortalidade por Covid-19 entre as diferentes etnias/raças. O estudo concluiu que as taxas de mortalidade por Covid-19 foram maiores entre não-brancos (pretos, pardos ou indígenas) em 25 unidades federativas e entre as capitais, 26 mostraram maiores taxas de mortalidade por Covid-19 entre não-brancos (a exceção foi a capital federal, Brasília).

O estudo apontou que as maiores taxas de mortalidade por Covid-19 no Estado do Rio Grande do Sul foram entre indígenas (138 mortes por 100 mil habitantes) e pretos (137,9 mortes por 100 mil habitantes). A taxa de mortalidade por Covid-19 entre brancos foi de 81,2 mortes por 100 mil habitantes (cerca de 40% menor que a taxa entre indígenas e pretos).

Na capital Porto Alegre, os dados foram ainda mais alarmantes e a taxa de mortalidade entre pretos foi de 312,3 mortes por 100 mil habitantes, muito superior à taxa de óbitos entre brancos (169,6 mortes por 100 mil habitantes).

Outro ponto crítico relevado pela pesquisa é a alta taxa de subnotificação da etnia/raça entre as mortes por Covid-19. A ausência de notificação da etnia/raça chegou a mais de 70% em alguns estados, como Bahia e Minas Gerais. "A subnotificação ou mau preenchimento de informações nas bases de dados governamentais é um importante vilão da consolidação de políticas públicas no país", aponta o professor Flavio Rodrigues. O professor destaca ainda que o governo, ainda no ano de 2022, retirou as ferramentas para extração dos dados de mortalidade por Covid-19 estratificados por raça/etnia do Portal da Transparência do Registro Civil. Esta ação prejudica a continuidade de estudos importantes sobre o tema, incluindo a avaliação das disparidades étnico-raciais no período pós-vacinação.

Outro dado trazido pelo estudo é o número de mortes em excesso (além do esperado) por Covid-19 entre não-brancos. Os pesquisadores calculam mais de 9,3 mil mortes em excesso entre não-brancos no ano de 2020, decorrentes da disparidade nas taxas de mortalidade, sendo a maior parte destas mortes em excesso nas capitais dos estados. No Estado do Rio Grande do Sul, o percentual de mortes além do esperado entre não-brancos ultrapassou 30%. As dimensões continentais do Brasil e as desigualdades socioeconômicas provavelmente exacerbam as disparidades étnico/raciais nas mortes por Covid-19. Entre as causas desta mortalidade superior entre não-brancos, estão o menor acesso a serviços de saúde, as condições de moradia mais precárias e uma maior exposição ao vírus.

É importante ressaltar que o governo brasileiro não priorizou ações para grupos étnicos mais vulneráveis e isto resultou em piores indicadores nessa população. O professor Flavio Rodrigues finaliza apontando que medidas governamentais urgentes são necessárias para reduzir a disparidade étnico-racial nos indicadores de saúde no Brasil.

A pesquisa resultou em um artigo, que foi publicado em um periódico internacional e pode ser acessado neste link.


Fonte - FURG


quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Eleições municipais em 2024 já movimentam dança das cadeiras

 As Prefeituras, no caso as administrações municipais, já estão movimentando a chamada dança das cadeiras. 

Os secretários que têm pretensões políticas no pleito de 24 estão sendo alocados em secretarias de maior visibilidade, como o caso de saúde, obras, educação.

Já os prefeitos terão depois das férias deste ano um árduo período de afirmação de suas promessas de campanhas, já que em 2024 o orçamento não pode dispor de mais recursos do que em 2023, por ser ano eleitoral nada pode ser gasto a mais, por conta do TCE e TCU e da Lei Eleitoral e a de Responsabilidade Fiscal.

Portanto, o "brete" está apertando para os prefeitos, a hora é do tudo ou nada, para quem quer se reeleger é a hora derradeira para poder colocar seus nomes novamente à disposição das suas comunidades.


Gilberto Machado está na Rádio Máxima FM 107.5

Desde dezembro de 2022 Gilberto Machado é o mais novo contratado da Rádio Máxima FM

O profissional é locutor, repórter, narrador esportivo e consultor comercial.

Gilberto iniciou no rádio no final do ano de 1993. Tendo carteira assinada na área desde 1994.

Com formação em Letras/Espanhol e Pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas, além de diversos treinamentos nas áreas de educação, rádio e vendas de publicidade e de matrículas. Com atividades comerciais e administrativas nas faculdades FAEL e CESURG em Sarandi/RS.