quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Folleto turístico sobre Sarandi (Español)


Folleto turístico sobre la ciudad en  la que vives y en que naciste Español


Sarandí, fue creado en 27(veintisiete) de junio de 1939(mil novecientos treinta y nueve), tiene muchos atractivos para los turistas la visitar, es una ciudad industrializada, pero que no dejó de producir en el campo también. Vamos hablar de sólo 7 en esta demostración.

1.  El Monumento Farroupilha: Inaugurado en 20 de septiembre de 1985(mil novecientos ochenta y cinco). El Monumento Farroupilha, está en el centro de la Plaza Farroupilha con medidas de 7 metros de altura y pesa 3.500 kg, todo ello producido en hierro.
El monumento fue diseñado y desarrollado por los sarandienses Ale Zanonatto, Juliano Dalla Corte , Luis Antonio Rosin y Vanderlei Cenci .
2. Escalera de la Iglesia de Sarandí: con un total de 82m ². La autoría del dibujo, que representa a la saga de la colonización, es del artista Ale Zanonatto, El trabajo fue diseñado y implementado en agosto de 1998(mil novecientos noventa y ocho).
3. La pared del Cementerio del Sarandí: Pintado en año 2002(dos mil dos), la pared del Cementerio del Sarandí ganó "ventanas" con dibujos de la zona colonizada por los europeos. Echo por Ale Zanonatto, artista sarandiense, este trabajo muestra la armonía entre el hombre y la tierra.
4. El pórtico: En la entrada del la ciudad, que es una mano abierta como se fuera la mano del Dios, simboliza el pueblo sarandiense con su solidaridad y equipo a la mano es el símbolo universal de la mano de obra. El monumento también incluye las palabras: Bienvenidos y Vaya con Dios. El monumento fue edificado por el monumentista, Euclésio Palaoro, en año 2012(dos mil doce), se construyó para expresar los dos valores de la  población de la ciudad: la solidaridad y el trabajo.
5. La Escuela Sarandí: fuera  llamada " Gimnasio Sarandí. "  Y fuera fundada en  1951. El gimnasio fue diseñado y construido en estilo ecléctico por el ingeniero italiano Pietro Cescon. Las siguientes columnas se asemejan a los palacios italianos. Su arquitectura es inspirada en el Palacio de los Dodge de Venecia y es considerado uno de los más bellos edificios del Rio Grande do Sul.
6. Iglesia de Nuestra Señora de Lourdes: la iglesia de Nuestra Señora de Lourdes, es del estilo romano. Los trabajos fueron hechos por el ingeniero, artista, arquitecto y pintor italiano Fontanive Angelo, también es el autor de las obras presentes en la cúpula y el altar de la iglesia, el año en que la actual iglesia parroquial fue consagrada solemnemente fue 1945(mil novecientos cuarenta y cinco).
7. Prefectura de Sarandí: ubicada en la Plaza Presidente Vargas, considerada una de las más bellas del Estado, la prefectura fue diseñada por el arquitecto italiano Pietro Cescon. Fueua construida y inaugurada entre los años 1947(mil novecientos cuarenta y siete) y 1955(mil novecientos cincuenta y cinco).
Para obtener más información, visite el sitio web oficial de la ciudad de Sarandí. http://www.sarandi.rs.gov.br/turismo/turismo-cultural.html

Acceso en 08.05.2014.

“O Português são três” - Marcos Bagno - Por Gilberto Machado



“O Português são três”


Os falantes da Língua Portuguesa não empregam em sua totalidade a norma padrão da escrita na fala diária, o que é chamada de norma padrão da língua é usada predominantemente por pessoas letradas, em textos oficiais, científicos e jornalísticos. Havendo uma divisa entre a língua falada e a escrita. Vários autores linguistas são citados no texto de Marcos Bagno, expressando suas definições do uso da Língua Portuguesa pelos brasileiros que criaram a sua identidade própria e uma forma de utilizar a língua, em que podemos chamá-la de norma vernácula, além da norma culta e a norma padrão. Em “Nada na língua é por acaso”, o autor Marcos Bagno toma como ideia central vários exemplos de que “O Português são três”: a norma padrão, a norma culta e a norma vernácula. A norma culta é usada no cotidiano das pessoas com melhores condições financeiras e, consequentemente com maior acesso ao vocabulário requintado, que por vezes não é exatamente idêntico ao da norma padrão. Conclui-se, portanto, que norma padrão e norma culta da língua não devem ser confundidas, pois detém suas diferenças. Devem-se reconhecer as classes da língua prestigiadas e as estigmatizadas que são um modelo padrão de linguagem chamada “certa”. Os usos não normativos usados por falantes escolarizados e esclarecidos podem deixar de serem erros, mas reconhecidos nesta variante da linguagem, como erros menos errados que os outros. E, por isso, o “Português são três” – o povo, em sua maioria,  fala a norma vernácula, os letrados e escritores de documentos oficiais e notas jornalísticas usam a norma padrão e os falantes “afortunados” e de seus meios usam a norma culta. Após expor em seu texto diversos exemplos de publicações na internet das formas como as pessoas escrevem e falam Marcos Bagno defende uma pedagogia da variação e da mudança linguística, uma reeducação sociolinguística, com visão heterogênea de variáveis e mutações. É possível levar à escola esta variedade linguística expondo suas diferenças sem exclusões, mas adaptá-las ao crescimento intelectual dos alunos como assimiladores destas diversas construções da linguagem, apresentando e aceitando as diferentes normas existentes na linguagem do português brasileiro e as nuances aplicadas pelos seus falantes.

ANÁLISE DO ROMANCE LIVRO: DOM CASMURRO, MACHADO DE ASSIS, 1899.


ANÁLISE DO ROMANCE
LIVRO: DOM CASMURRO, MACHADO DE ASSIS, 1899.

ENREDO E TEMÁTICA
No romance Dom Casmurro o autor Machado de Assis, que o escreve em 1899, conta a estória de Bento Santiago, o Bentinho, narrada em primeira pessoa pelo próprio Dom Casmurro, chamado assim por um rapaz em uma viagem de trem, pois o mesmo cochilara enquanto ouvia versos lidos pelo que o batizara por esta alcunha, que foi adotada pela vizinhança que não gostava de seus hábitos reclusos e calados. Bentinho, um menino que órfão de pai que vive com a mãe D. Glória, o Tio Cosme, a prima de sua mãe, Justina e o agregado José Dias alimenta um romance desde a tenra idade com a vizinha e, pobre, Capitolina, a Capitu.
Bentinho que fora prometido por D. Glória a ingressar no seminário para tornar-se padre vive na infância, junto com Capitu e José Dias a forma de encontrar a maneira de convencer a mãe a não cumprir a promessa de tornar o filho um padre.
Este enredo - narrado por Dom Casmurro em sua casa feita réplica da que vivia na infância na Rua Mata cavalos -, tem em sua sequência a ida ao seminário, a conquista da amizade de Escobar, que futuramente, ao menos em sua cabeça, seria seu algoz tendo o traído ao fecundar Capitu, constatação esta provinda das semelhanças entre seu filho Ezequiel e o amigo de seminário Escobar.
Na obra, Dom Casmurro relata com detalhes os personagens da trama, em forma de flashback os locais por onde passara e vivera os planos feitos com o inseparável e prestativo José Dias, em um dia levá-lo à Europa, fato este que não se concretizou antes da partida final do agregado. O amor por Capitu é relatado página a página da obra, cresce, assim como os ciúmes pela morena.
O amor pela sua mãe D. Glória é imenso ao ponto de gravar em sua lápide a palavra “santa” ato que resume o que sempre pensou e externou de sua genitora, tão dedicada a ele e tão zelosa com o patrimônio herdado de seu pai Pedro de Albuquerque Santiago.
Apesar de ter conseguido sair do seminário após uma brilhante ideia do colega Escobar, - de sua mãe adotar um escravo e mandá-lo para o celibato em seu lugar-, ter ido a São Paulo estudar e formar-se advogado, ter se casado com o amor de infância, Capitu; Bento Santiago sentiu a maior dor se sua vida quando, após a morte trágica do amigo Escobar, que deixou viúva Sancha, constatava dia-a-dia a semelhança entre o filho Ezequiel e o falecido amigo, chegara a adquirir veneno para dar cabo à sua vida e, por um instante ofereceu o fel da morte em uma xícara de café a Ezequiel, porém nada consumado discute com Capitu e a deporta à Europa com o menino, teria assim a maior de suas desventuras e dias amargos de Dom Casmurro.
Após a morte da mãe Ezequiel tenta a aproximação com o que conhecia e chamava por pai e, depois de um frio encontro põe-se em aventura arqueológica com colegas à Jerusalém onde morre de febre tifoide.
Se Capitu o traiu realmente, não há indícios reais na obra que a condenem, senão as desconfianças de Bentinho e as semelhanças de Ezequiel com Escobar.
Dom Casmurro não vivera amais amor semelhante ao de Capitu a mulher de sua vida, o narrador encerra a obra anunciando que passaria a escrever sobre outro tema, “os subúrbios”, após relatar sua estória de vida até ali.

ANÁLISE A PARTIR DAS CATEGORIAS DA NARRATIVA

Dom casmurro é um “Narrador Protagonista”, é personagem central e narra a partir de sua perspectiva sem ter acesso ao estado mental dos demais personagens. Como é fácil de perceber em diversas passagens do livro – “... Vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei num trem da Central um rapaz aqui do bairro...” – “Agora que expliquei o título, passo a escrever o livro.” – “... esta monotonia acabou por exaurir-me também. Quis variar, e lembrou-me escrever um livro”. – “Também não me esqueceu o que ele me fez uma tarde. Posto que nascido na roça (donde vim com dois anos)”.
Os personagens do romance são:
- Bentinho (Bento Santiago), que além de ser o narrador também é personagem principal da trama, junto à Capitu, sendo um personagem redondo, pois sua vida desenrola-se de diferentes formas, desde a vinda para a cidade, saindo do campo para uma vida burguesa, o romance com Capitu, com diferentes passagens, a ida ao seminário, a formação em direito, o casamento com Capitu, o desfecho da obra determinado por ele mudando o rumo de suas vidas.
 - Capitu (Capitolina), amiga, vizinha e namorada de infância de Bentinho, uma personagem redonda, provida de complexidade, com características variáveis, personalidade instável, dinâmica, multifacetada. Capitu guarda em segredo dos pais o amor por Bentinho na infância, rabisca o chão, risca o muro, escondendo do próprio Bentinho, em seguida tenta auxiliar a não ida do amado ao seminário, cativa a mãe de Bentinho com visitas frequentes, tornando-se uma boa companhia a D. Glória. Capitu faz por alvoroçado o destino final na trama em uma traição com Escobar, consolidada na mente de Bentinho é uma personagem da qual a trama depende para seu transcurso e final, o grande amor da vida de Bentinho capaz de mudar os rumos da vida do amado.

         - Escobar se tornara desde o seminário o melhor amigo de Bentinho, tendo a concepção de personagem redondo, pois se apresenta como o amigo fiel de Bentinho, evolui durante a trama, casa-se com Sancha, estabiliza-se em sua profissão e, morre de forma trágica após um mergulho ao mar, sendo além de amigo também, segundo a imaginação de Bentinho, o maior algoz do amigo dos tempos de seminário.

            - Sancha, além de mulher de Escobar, foi ex-colega de colégio de Capitu. Torna-se uma personagem redonda, pois sua passagem na trama de Machado de Assis tem momentos que alternam piedade, quando padece em sua cama e  insinuação a uma possível traição à Escobar com trejeitos a Bentinho nutrindo no esposa da amiga Capitu um desejo de infidelidade, em seguida fica viúva de Escobar.

            - Dona Glória, a mãe de Bentinho, tem adoração pelo filho e também pela religião, ao ponto de prometer o primeiro filho varão ao celibato e batina. É uma personagem plana, sua figura mantém as mesmas características que não evoluem durante a narrativa. Sempre está em sua rotina e não altera até sua morte.

            - José Dias é o agregado que serve a família de dona Glória desde que seu esposo ainda vivia. Famoso pelo uso frequente de seus superlativos que agradavam aos patrões. Um personagem plano, que manteve suas características desde o início da trama, sempre ao lado de Bentinho e dos membros da família..

         - Tio Cosme, tio de Bentinho por ser o irmão de sua mãe, já era viúvo e por profissão advogado, e assim como a prima Justina eram personagens planos, construídos em torno de uma única ideia ou qualidade; definidos em poucas palavras e não evoluíram ao longo da narrativa, tia Justina mantém-se como uma observadora e que não tem papas na língua.

            - Pedro de Albuquerque Santiago, pai de Bentinho, já falecido quando D. Glória foi morar na cidade do Rio quando o filho ainda era muito pequeno. Personagem plano.

            - Senhor Pádua, pai de Capitu e Dona Fortunata, mãe de Capitu, personagens planos, sem evolução na narrativa que pudesse alterar o tema central, o romance de Bentinho e Capitu.

Ezequiel, o
filho de Capitu, sobre o qual o Bento Santiago possui evidentes dúvidas quanto à sua paternidade, devido a enorme semelhança física e de trejeitos do garoto com Escobar. Ezequiel é um personagem plano, coadjuvante no enredo do romance.

O tempo em que se passa a narrativa de Bento Santiago, o Dom Casmurro, é cronológico quando o mesmo cita locais reais em que passara a infância, com os anos citados em diversas fases da sua vida contada na trama, até os dias atuais da escrita em sua nova casa que se fez réplica da vivida na Rua Mata cavalos. –”... A casa era a da Rua de Mata-cavalos, o mês novembro, o ano é que é um tanto remoto, mas eu não hei de trocar as datas à minha vida só para agradar às pessoas que não amam histórias velhas; o ano era de 1857”.
- “viagem à Europa é o que é preciso, mas pode fazerse daqui a um ou dous anos, em 1859 ou 1860”.
O espaço da trama é minuciosamente descrito pelo narrador Dom Casmurro, tanto nas datas e locais, nomes de ruas, praias, tudo muito bem registrado, nada fica vago à visão e perspectiva do leitor, a não ser a veracidade ou ilusão da traição de Capitu com Escobar.
Todos os locais frequentados pelos personagens são bem especificados na narrativa.


INTRODUÇÃO À LINGUÍSTICA



INTRODUÇÃO À LINGUÍSTICA

No livro “Introdução à Linguística” – objetos teóricos -, o artigo de Margarida Petter, intitulado Linguagem, língua, linguística, o fascínio da linguagem para a vida humana e as formas de estudar e compreender as teorias da linguística com o passar dos anos, formam a temática nele descrita. No início de sua explanação a autora cita desde a criação do mundo. O objetivo da autora com Linguagem, língua, linguística é elucidar as formas diferentes em que a linguagem foi estudada ao longo dos anos pelos linguistas e, até mesmo, comparada a linguagem animal, quando relata detalhes de pesquisa realizada com abelhas. Nesta fundamentação teórica da linguística, é explícita a problemática em entender como a linguagem humana se difere da animal, seus signos de comunicação se assemelham, mas diferenças na execução desta comunicação ficam evidentes, sendo a linguagem animal simples linguagem de sinais. A metodologia usada por Margarida Petter no texto Linguagem, língua, linguística, de introdução à linguística, é a de expor as diversas passagens do estudo da linguística pelos diversos povos e continentes ao passar dos séculos, até o seu reconhecimento como estudo científico através das teorias do linguista Suíço Ferdinand de Saussure, publicadas no Curso Geral de Linguística pelos seus alunos em suas anotações destacando a afirmação de Saussure de que a linguagem é “heteróclita e multifacetada”, pois abrange vários domínios, sendo ao mesmo tempo física, fisiológica e psíquica, pertence ao domínio individual e social (1969:17). Parte da metodologia da pesquisa da linguista neste texto destaca, dentre outros, o contemporâneo linguista norte-americano Noam Chomski, o qual trouxe para os estudos linguísticos uma nova onda de transformação apresentado em seu livro Syntatic Structures (1957:13). Margarida encaminha para o encerramento do artigo de introdução à linguística, rememorando que a linguagem passou por muitas mudanças, pois muitas vezes o “errado” de uma época passou a ser o “consagrado” em tempos futuros devido à diacronia e sincronia associadas ao uso frequente dos falantes desta nova forma, porém, há a necessidade de observar também o estudo da gramática na linguagem, sendo a gramática gerativa, porque de regras limitadas gera infinitas sentenças. Fiorin finaliza o artigo escrevendo que a língua é, antes de tudo, instrumento de interação social, usado para estabelecer relações comunicativas entre os humanos, devendo ser considerados os conceitos históricos e sociais de uma sociedade.

PETTER, MARGARIDA. Linguagem, língua, linguística. In: FIORIN, José Luiz (org.). Introdução à Linguística – I. Objetos Teóricos. São Paulo: Contexto, 2002, p. 11-24.



Palavras-chave: Introdução. Linguística. Linguagem. Língua.

A Educação a Distância – O Ensino Sem Fronteiras

A Educação a Distância – O Ensino Sem Fronteiras

No documentário produzido pela graduada no curso de Tecnologia em Multimídia Digital pela Unisul Virtual, Patrícia Antonelli Artioli, “A Educação a Distância – O Ensino Sem Fronteiras”, há uma tese de defesa ao Ensino a Distância (EAD), onde na introdução, no desenvolvimento interno e na conclusão do conteúdo, professores e adeptos a EAD, por serem pessoas com experiência e conhecimento no assunto, demonstram inúmeras formas favoráveis a esta modalidade de ensino. Já estudantes do ensino presencial, que por desinformação, pré-julgam o EAD com diversas afirmações negativas, sem conhecimento da causa ou sequer alguma experiência com esta forma de aprendizado, demonstrando em alguns momentos certo preconceito com a EAD. No tópico: “nossa tecnologia evolui, e a maneira como aprendemos e ensinamos, continua igual?” A resposta é não, a EAD está crescendo em nosso país, dados do MEC apontam que há 01 em cada 05 novos alunos de graduação do país que optam pelo ensino a distancia. Muitos ainda, por falta de informação, discriminam esta forma de acesso ao saber, na primeira enquete pessoas sem a experiência com a EAD são na maioria contrárias ao ensino a distância, as suas alegações vão da falta da presença do professor, da suposta dificuldade de aprendizagem, falta de um incentivador, falta de dados dos profissionais atuando pós-formados até como é seu trabalho, sua produção. Já os entrevistados e favoráveis, citaram como pontos positivos a facilidade do acesso das informações em casa, o grande empenho e dedicação com que os alunos devem ter para passar as etapas. O documentário mostra dados do MEC, do curso de educação superior 2009, que os alunos de cursos a distancia têm avaliação igual ou superior aos do presencial no ENAD. Karine Augusta Zanoni, secretária de ensino, com 10 anos de experiência em EAD, reforça que alunos da educação a distância estão tendo no ENADE notas superiores aos presenciais, o estudo ainda apontou que das 13 áreas que se pode comparar o desempenho dos estudantes de educação presencial com alunos de EAD em 07 áreas (administração, biologia, ciências sociais, física, matemática, pedagogia e turismo), ou seja, mais que a metade, os alunos de EAD foram melhores e apresentaram em média de 50% a mais de rendimento que os alunos presenciais. No tópico do documentário “EAD - busca pelo conhecimento”, o depoimento do professor tutor em ensino a distancia Nelson Machado, filósofo, defendeu a fórmula EAD, afirmando que a presencial não estava saciando a necessidade de estudo e pesquisas e, principalmente de debates que ele necessitava e buscava, a EAD pode ter contato com o tipo de educação e estudo que sempre fez ser entusiasta na EAD, com seu perfil de estrada em que o aluno passava a ser um estudante e o ensino passou a ser visto como um aprendizado, onde prevalece a necessidade de comprometimento com aquilo que se idealiza; com aquilo que se busca, passando  a fazer o trabalho de uma forma sistêmica, coordenada e monitorada por tutores e professores capacitados para este tipo de educação. “EAD – democratização do ensino”: Estudante e professora defendem neste quesito a flexibilidade de fazer os trabalhos em horário adequado às necessidades do estudante. A EAD pode proporcionar a busca do conhecimento de forma mais dinâmica. “EAD - interatividade e tecnologia”: A pessoa não aprende quando não quer, afirma professora entrevistada, alegando as facilidades da tecnologia atual. “EAD é igual a  superação”: Sua trajetória destaca a busca e esforço dos alunos no enfrentamento das dificuldades, a EAD proporciona uma realização pessoal dos alunos. No tópico sobre “o futuro da EAD”, para o professor Nelson Machado, o futuro chama-se educação a distancia e, de acordo com Carlos Reis, professor de literatura portuguesa e feitor da Universidade Aberta de Portugal, a EAD mudará nosso futuro, em termos que só a falta de visão, a tibieza ou a escassez de iniciativas conseguirão limitar. O documentário “A Educação a Distância – O Ensino Sem Fronteiras”, parte para sua conclusão com um diagnóstico muito relevante - Desde que a instituição seja de confiança e de credibilidade, o ensino a distancia é da mesma validade do presencial, isto se comprova pelo curso ser reconhecido pelo MEC, dando plena validade legal para o diploma sendo o equivalente ao ensino presencial (www.portalead.org.br). “EAD é uma educação sem fronteiras, pois o aprendizado não se prende a questões espaciais e ou temporais, o conhecimento viaja pelo tempo e evolui e a maneira com que aprendemos e ensinamos também está evoluindo. O preconceito e a resistência a mudanças só atrasam e dificultam a evolução da humanidade”, afirma a idealizadora do documentário, Patrícia Areoli. Ou seja, as oportunidades estão disponíveis, basta ter força de vontade e ser perseverante na busca do conhecimento, esta riqueza inabalável no crescimento do ser humano.

Resumo do documentário disponível em:
Imagem: seccursos.com

Por: Gilberto Machado, Aluno EAD - UAB - FURG- Curso de Letras –Português e Espanhol – Polo Presencial de Sarandi - RS