sábado, 26 de dezembro de 2020

A HUMANIDADE E A MAIOR INCERTEZA DO SÉCULO

 


Os séculos passam, as mazelas humanas só trocam de nomes, as pragas e pestes, as guerras, as angústias; tudo vai e volta. 

Baseio-me nesta afirmação, porque as teorias da conspiração ou profecias, sempre foram levantadas nestes momentos, envolvendo religião ou até mesmo nação contra nação, como no caso do novo coronavírus, onde a "culpa da China" foi cogitada, inclusive para negar uma vacina fabricada pelos orientais.

A incerteza vem desde o início desta pandemia, ou quando ela assim foi denominada, pois se alastrou de forma muito rápida e descontrolada, pegando a todos de surpresa ou como diriam, "com as calças na mão", seria este o dito popular mais assertivos para a situação, pois nada cientificamente comprovado havia ou há até o momento para a prevenção ou combate da COVID-19. 

O que me intriga é saber que os protocolos foram baseados em certos achismos, pois se não havia nada na literatura médica de acordo com a nova peste, tudo foi achismo, surgindo aí as drogas outrora usadas para outras patologias com sintomas semelhantes foram usadas neste momento.

Estive com alguns sintomas causados pelo novo coronavírus, sendo que ao visitar a unidade de saúde de minha cidade fui submetido aos protocolos habituais para estes sintomas. No entanto, o quase "coquetel" de drogas ministrado antes mesmo da comprovação através de exames, que demoram a ter um resultado, foram nocivo à minha saúde, prejudicando baço e fígado, além do já medicado estômago, que sofre com gastrite e refluxo gastresofágico, tudo piorado com a medicação tomada por quatro dias até que eu, de forma particular fiz o exame SWAB, o do "cotonete", dando assim, negativo.

Após a negativa para a COVID-19, travei outra corrida para identificar a origem dos sintomas, seguindo outro tratamento. Voltando à questão dos protocolos, tudo é muito recente e não podemos pré-julgar as equipes de saúde que os adotam, mas que a sua assertividade é dúbia, com certeza é. 

O advento da chegada de uma vacina é dotado de enorme expectativa, embora muito criticados, devido ao tempo record, os pesquisadores provam mais uma vez a importância da pesquisa científica ser fortalecida no mundo todo, principalmente no Brasil, precisa de um olhar mais "carinhoso" dos governos.

Os cuidados devem ser redobrados, o uso da máscara, a limpeza das mãos, a fuga de aglomerações, tudo é de extrema importância até que toda a população mundial seja vacinada e que a ciência mundial descubra uma medicação eficaz ao paciente infectado, evitando assim os caos na saúde mundial, apesar deste estar eminente com esta pandemia.

Da peste, como em outras ocasiões em que a humanidade foi atingida, seja por doenças ou guerras, fica a experiência para a humanidade, ficam exemplos bons e maus, ficam lições para se levar para o resto de nossas vidas.

Pensem nisto, enquanto lhes digo: Beijo na Alma, Paz e Bem. Feliz 2021.


domingo, 6 de dezembro de 2020

O infeliz episódio dos comentários dos jornalistas de GZH

 O infeliz episódio dos comentários dos jornalistas da GZH


Em 27 anos diante dos microfones cometi algumas gafes, dificilmente alguém com um certo tempo de profissão não cometa as suas. Porém, os comentários feitos pelos colegas da GZH sobre a ação dos bandidos em Criciúma/SC, foram dos mais infelizes. 

Embora tenham publicado retratações em suas colunas sobre o episódio, nada fará a sociedade esquecer, ao menos por um bom tempo. Lembro que diversos comunicadores ao longo da história foram desligados de seus veículos de comunicação aos quais eram ligados. 

O próprio Rogério Mendelski foi afastado da mesma RBS, quando batia diariamente em certo momento, em figuras públicas de sua época.

O comentário é algo delicado, pois sempre estamos nos comunicando com pessoas de diversos níveis de cultura, do analfabeto ao doutor em determinados assuntos, então o conhecimento dos fatos e uma análise prévia de uma repercussão é primordial. A minha liberdade termina quando começa a do outro.

Mesmo com a retratação dos colegas, a imagem de ambos ficou manchada e sempre serão lembrados por estes comentários infelizes.

terça-feira, 17 de novembro de 2020

FUTURO, ARRISCAR, INVESTIR - O QUE FAZER? OS DESAFIOS DO NOVO NORMAL

     Em uma breve análise de futuro, os jovens da atualidade podem estar um pouco confusos, pois o momento é diferente, apesar de termos este sentimento da melhora entre o final de 2020 e o início de 2021, em se tratando de economia na pandemia.

    Com os indícios de que teremos em breve uma vacina que seja capaz de nos deixar imunes ao COVID-19, podemos voltar a projetar algo de mais concreto para nosso futuro, com pés no chão, porém sem puxar demais o freio de mão, como estávamos fazendo até a pouco tempo.

    Uma das melhores opções para o momento é de se ter acima de tudo, esperança, e esta esperança vem carregada de oportunidades que o 'novo normal' trouxe, dentre elas a oportunidade de ingressar em um curso superior, para este momento eu te indico o CESURG de Sarandi e vou explicar porque.

    Quando se chega ao momento derradeiro de ingressar ou retornar ao Ensino Superior, a estrutura da instituição e a sua vocação inovadora devem ser analisadas, afinal temos que dar cada dia um passo adiante e isto é o que o CESURG está fazendo em Sarandi, desde que chegou a instituição vem galgando conquistas estruturais e docentes, algo que caiu no gosto de seus estudantes que vêm de toda a região norte gaúcha e de outras regiões do Estado e até do país.

    Os 10 cursos que o CESURG oferece, contemplam o que o mercado atual precisa em relação a bons profissionais formados nestas áreas, pois tem disponíveis a Administração, Arquitetura e Urbanismo, Agronomia, Ciências contábeis, Direito, Educação Física, Engenharia Civil, Gestão de Cooperativas, Medicina Veterinária, Pedagogia e ainda o curso Técnico em Enfermagem.

    O Vestibular está com inscrições abertas até o dia 04 de dezembro de 2020, a prova será realizada no dia 05/12, com a possibilidade de inscrição pelo link: cesurgsarandi.com.br/vestibular onde o candidato escolhe se quer realizar a prova de redação, enviar seu histórico escolar do Ensino Médio ou utilizar a nota do ENEM.

    Ainda justificando a indicação do CESURG destaco o moderno e completo CSA - Centro de Saúde Animal Prof. Guilherme, inaugurado no último dia 23 de outubro; com estrutura de hospital veterinário, o CSA já atende a comunidade em consultas e diversos procedimentos em pequenos animais, mas o melhor disto tudo, para o aluno do curso de Medicina Vetarinária, é a sua atuação na prática desde os primeiros meses de aulas, podendo assim 'colocar a mão na massa' desde cedo. Mas não é só neste curso que a prática se alia á teoria no CESURG, nos outros 09 cursos de graduação e no Técnico em Enfermagem, as práticas são parte constante do modelo de aprendizado do CESURG, não deixando de utilizar os recursos tecnológicos de ensino que o momento exige e mantendo a qualidade dos cursos nas aulas de interação prática e estágios.

    Sendo assim, a melhor análise de um futuro promisso é estar bem preparado para ele, cursando uma faculdade e mantendo um dos primordiais fatores de amor ao próximo que é o respeito e reciprocidade. pensem nisto, enquanto lhes digo: Beijo na alma, Paz e Bem.





sábado, 19 de setembro de 2020

Texto Reflexivo - A organização curricular da escola: uma análise a partir do filme 'Escritores da Liberdade'

 

 

Texto Reflexivo - A organização curricular da escola: uma análise a partir do filme Escritores da Liberdade

 

Ao refletirmos sobre as práticas pedagógicas e curriculares que são demonstradas no filme americano “Escritores da Liberdade” (Freedon Writers, Paramount Pictures, 2007), percebemos as diferentes nuances que a trama nos evidencia a cerca de um desafio que é educar em uma escola de periferia com problemas sociais muito evidentes, como no caso do Instituto Wilson, onde se passa toda a história da professora Erin Gruwell e seus alunos.

Em sua chegada à escola, a recém-graduada professora traz consigo os planos de aula que aprendera na academia, porém a professora coordenadora pedagógica da escola a desencanta dizendo que seus planos não poderão ser aplicados à turma 203, a qual estava destinada, ou seja, deveria apenas aplicar o currículo formal, isto é, a definição do que se deve ensinar nas escolas, concretizado com base em documentos oficiais que sistematizam quais conhecimentos devem ser ensinados nos diversos níveis de ensino e assim oferecendo um grande desafio a professora Gruwell.

Ingressando na sala a professora toma conhecimento dos problemas a serem enfrentados e parte para novas maneiras de ensiná-los fugindo de normas tradicionais e reinventando seu próprio conceito docente, diga-se que ela incorpora o professor mediador, defendido por Libâneo (2002) e pratica o que diz Masetto (1994) [...] a escola não se ocupa apenas do desenvolvimento cognitivo dos sujeitos, mas também do desenvolvimento afetivo-emocional, físico, social e profissional.

O currículo oculto estava explícito na organização da Escola Wilson, com carteiras dispostas em linhas e paradigmas tradicionais de separação de turma muito evidentes, pois os chamados “melhores” alunos da escola estavam separados dos chamados “alunos problema”, justamente estes últimos os alunos da turma 203.

A partir do cenário encontrado e das dificuldades apresentadas à professora Gruwel ela parte para as ações pedagógicas pertinentes ao momento e ao espaço oferecidos. Grouwel usa uma forma mais interativa para ensinar, envolve mos seus alunos e cria neles o gosto pela leitura, como material usa um livro sobre um menino negro que sofre discriminação, caso semelhante ao de seus alunos e, com isso desperta neles o interesse em saber o desfecho da história.

Já neste contexto a professora passa a exercer o currículo em ação, propriamente dito, quando através do currículo formal adaptado a realidade encontrada e, na contramão do currículo oculto ela inicia seu novo projeto político pedagógico e plano de ensino, totalmente reformulados e adaptados à medida que a situação iria exigindo, as circunstâncias do desafio levaram a professora usar muito da criatividade e, principalmente da ousadia e perseverança de acreditar que a sua turma “problema” poderia ser um modelo para a escola.

Em respeito ao currículo formal, mas adequando à sua realidade a professora Gruwell cria a sua prática pedagógica inserindo-se na vida de seus alunos e passando a eles conceitos de igualdade, respeito e autovalorização. Em uma das atividades a professora cria uma linha no chão da sala de aula e solicita aos alunos que pisem sobre a linha se a resposta às suas questões era afirmativa e aí faz questões sobre as mazelas que eles vivem nas comunidades e, com isso os coloca frente a frente iniciando assim uma quebra no paradigma de lutas entre si, iniciando o processo de introdução de valores e respeito na turma.

Uma das atividades pedagógicas usadas pela professora, que proporcionou um grande envolvimento dos alunos com a temática desenvolvida foi a saída da sala de aula até um museu temático tratava do holocausto e relacionou isto com a vida que os mesmos levavam nos guetos americanos com seus preconceitos raciais e étnicos criando através desta prática pedagógica a atividade da escrita através de relatos que foram descritos pela pesquisa em livro, fotos e vídeos. De acordo com Libâneo (1997), o currículo em ação é o currículo que de fato acontece na sala de aula, em decorrência de um projeto pedagógico e de um plano de ensino. É a efetivação do que foi planejado, ainda que entre as ações de planejar e de executar aconteçam mudanças, intervenções da própria experiência dos professores, seus saberes, valores e crenças. 

Uma das principais conquistas da professora foi a relação interpessoal entre os alunos e a professora e entre os próprios alunos que passaram de uma situação de rivais a amigos e irmãos tornando a turma a família unida que a maioria não tinha em casa, aliás, alguns nem casa possuíam.

A visão crítica da atuação da professora vem de seu próprio esposo que se sentiu alijado em detrimento aos alunos de sua esposa, tanta foi a dedicação de Growel para com seus alunos que permaneceram com ela até a conclusão do curso. 

O estabelecimento da criação de um currículo ação adaptado à realidade apresentada demostrou que o professor mediador deve conhecer a realidade do aluno e direcionar o currículo de uma forma que se adeque com a capacidade cognitiva e a evolução deste conhecimento através de seus alunos.

 

 

 

 

 

 

terça-feira, 19 de maio de 2020

#NOVONORMAL

O NOVO NORMAL

Você deve ter ouvido falar em 'novo normal.
Para mim é o seguinte: sem vacina, andaremos com máscara, as aglomerações deverão ser evitadas. 
Pode-se viver, porém o 'novo normal' são novos hábitos. Viver em sociedade com todo o cuidado possível, um cuidando do outro.
Já percebeste que coisa estranha, mas ao mesmo tempo interessante!?
Quando, em outros tempos, nos importávamos com o outro? Quando o ser humano precisou ser mais humano do que agora? 
Este 'emoji' de 'força' do facebbok não é só uma simples figurinha de reação estúpida, é uma forma de, mesmo distantes, dizermos muito com este 'ícone'; esteja bem, fique bem, estou contigo, receba meu abraço virtual, receba meu apreço por você, meu carinho por outro humano que passa por momento delicado. 
Afinal, o 'novo normal' faz com que sejamos mais solidários, veja você quanta 'live' solidária, quanta campanha a favor de quem não tem ou teve sua renda prejudicada, quanta gente se mobilizando para ajudar mais gente.
Meus amigos, um incêndio, um alagamento, um tornado, só catástrofes deste nível nos fizeram tão solidários outrora, agora, somos todos nós, ajudados ou ajudantes, pensando mais no próximo, no irmão que não é só de sangue ou raça, mas é nosso semelhante.
O 'novo normal' nada mais é do que colocarmos, nosso eu no lugar do outro, porque nunca esteve tão à tona a expressão: 'e se fosse comigo ou com os meus?'. 
Pensem nisso, enquanto lhes digo: beijo na alma, paz e bem.